
· Higiene oral

A cárie é considerada uma doença infecto-contagiosa degenerativa, seu principal agente etiológico é o Streptococcus mutans.
Os ácidos orgânicos (lático, acético, butírico, propiônico e outros) são produzidos pela combinação da saliva e das enzimas bacterianas que agem sobre os carboidratos presentes em alguns alimentos que comemos, estes ácidos são formados através do processo de fermentação e atacam o esmalte, a dentina a polpa e certas vezes o cemento redicular do dente (parte branca do dente) corroendo e provocando a cárie e a inflamação da gengiva.
Os doces possuem grandes quantidades de carboidrato e são os principais alimentos que ajudam no aumento da cárie.
Tratamento
A cárie precisa ser retirada, para isso o dentista remove o tecido cariado preenchendo a cavidade (o pequeno “buraco”) com uma resina composta ou algum material como o amálgama de prata, o dente cariado pode ser perdido se não tratado a tempo.
Prevenção
- Usar o fio dental após qualquer refeição, principalmente antes de dormir. O fio dental consegue retirar restos de comida e placas bacterianas onde a escova de dente muitas vezes não chega;
- Escove os dentes após qualquer refeição, massageando a gengiva. Use cremes dentais com flúor;
- Coma alimentos ricos em fibras, como cenoura, maçã, pepino, rabanete e verduras em geral, pois elas estimulam a salivação e contribuem para a diminuição da acidez da boca.
- Evite escovar os dentes após o consumo de refrigerantes, a maioria dos refrigerantes amolecem os dentes, espere no mínimo 15 minutos para poder escová-los.
- Não beba muito refrigerante, pois eles agridem os dentes.
- Visite seu dentista regularmente, o recomendável é visitá-lo a cada seis meses.
Por Thiago Ribeiro
Equipe BrasilEscola
A higiene oral é muito importante. Ter dentes fortes e saudáveis são importantes, além de ter um sorriso bonito. Sem a devida escovação e fio dental a boca pode tornar-se um terreno fértil para a doença. Mas há outros maus hábitos, assim que podem danificar seus dentes.
Você pode usar sua boca para muitas outras coisas diferentes do que mastigar o alimento. As pessoas freqüentemente se engajam em certos hábitos que envolvem a boca, que são prejudiciais para a saúde oral. Você deve ter cuidado com as coisas ruins que você faz com seus dentes. Aqui estão alguns para evitar:
Usando os dentes como ferramentas: Muitas pessoas usam seus dentes como ferramentas para abrir garrafas ou um saco de batatas fritas, rasgar uma fita plástica, um preço de etiqueta de arrancar um pedaço da roupa e até mesmo em fios. Seus dentes não foram feitos para ser usado como este. Isso pode ser um efeito traumático sobre os dentes, causando a ponta de um dente enfraquecido chip para fora ou mesmo quebrar. Isso pode até causar má oclusão (mau alinhamento das arcadas) pelo desgaste dos dentes de forma irregular. Mantenha as ferramentas reais, como tesouras ou cortadores de fio prático e usá-los para fazer o trabalho.
Mastigar gelo: Muitas pessoas habitualmente mastigam gelo, especialmente sobra o gelo depois de terminar uma bebida fria gelo. A dureza ea temperatura fria de cubos de gelo pode realmente causar a fratura de dentes. Você poderia chip de parte do esmalte de um dente ou rachar fora de um enchimento. Às vezes o dano é grave o suficiente para exigir um canal radicular. Os dentistas recomendam que deixe o gelo derreter na boca como o doce ao invés de esmagá-la com os dentes.
Mastigar objetos duros: Muitas pessoas mastigar lápis, canetas e outros objetos duros. Seus dentes foram feitos para mastigar os alimentos, não coisas desnecessárias. Similar ao gelo mastigar, mastigar objetos duros podem danificar o dente, levando a reparações desnecessárias dental.
Chupando limão: Se feito em uma base regular, o ácido cítrico em limão pode lixiviar minerais importantes de seus dentes e corroem os dentes de sua superfície exterior, tornando-os sensíveis a alimentos frios e bebidas, e propensas a lascar e rachaduras. Isso não significa que você deve desistir de todas as frutas cítricas e seus sucos. Apenas certifique-se que você não está segurando-o na boca por um período de tempo prolongado.
Escovar muito difícil: as pessoas costumam pensar que, ao aplicar mais pressão durante a escovação ou usando uma escova de cerdas duras torna os dentes mais brilhantes. Este é um falso mito que deve ser evitado. Quando você escova muito vigorosamente ou use uma escova de cerdas duras, pode desgastar o esmalte protetor sobre os dentes. Pode também levar a enfraquecimento da gengiva e aumento da sensibilidade dentária (ao frio e toque). Escolha uma escova macia e faça movimentos circulares suaves para obter os melhores resultados.
Roer as unhas: mordedura do prego é não somente mau para as unhas, mas é também prejudicial para os dentes. Pode causar trincas ou lascados dentes da frente, e dá a oportunidade de germes e bactérias de suas unhas por baixo de introduzir sua boca e causar cáries e infecções na gengiva. Roer as unhas é muitas vezes um hábito subconsciente, que é uma expressão do mais profundo de ansiedade que se agrava em tempos de stress.
Ranger de dentes: Crônica bruxismo (ranger os dentes aka retificação) pode levar a uma variedade de problemas dentários, incluindo o desgaste excessivo dos dentes; lascar, rachaduras e fraturas de dentes e afrouxamento dos dentes. Ela também pode causar dor nas articulações da mandíbula, dor de cabeça e dor de dente grave. Esse hábito ocorre frequentemente durante a noite enquanto dormia em um nível subconsciente, geralmente em resposta ao estresse emocional. Para limitar os danos que pode causar, seu dentista poderá sugerir que você use um protetor de boca de ranger os dentes durante a noite.
Beber vinho branco: Muitas pessoas escolhem o vinho branco ao invés de vinho tinto como esta pode manchar os dentes. Mas, na verdade, o vinho branco pode causar mais problemas permanentes devido à sua elevada acidez. Este ácido desgasta o esmalte dos dentes, expondo a camada mais escura embaixo (da dentina), dando uma aparência amarelada dos dentes, deixando-os mais vulneráveis às manchas de qualquer cor alimentos ou bebidas consumidas, ao mesmo tempo. Para proteção, enxaguar a boca com água depois de beber e comer queijo com a sua bebida para equilibrar a acidez do vinho.
Excessivo consumo de bebida mole: Consumo excessivo de refrigerantes açucarados está emergindo como uma das fontes alimentares mais importantes de cárie dentária. Não é apenas o açúcar do refrigerante que é ruim para seus dentes. Os ácidos incluído na bebida também contribui para a formação de cáries. bebidas sem açúcar são menos prejudiciais, mas eles ainda podem causar problemas como eles são muito ácidas.
Chupando o polegar: Thumb sucção, um dos mais comuns hábito entre as crianças, interfere com o posicionamento da parte superior e frontal dos dentes inferiores, causando os dentes superiores para splay para fora e os dentes inferiores a dobrar na boca. Essas mudanças na posição de mordida eventualmente necessitam de tratamento ortodôntico.
Estes são apenas alguns exemplos de hábitos nocivos que têm um impacto sobre sua boca. Força de vontade de sua parte pode ajudá-lo a trocar os hábitos prejudiciais para o bom exibe dental.
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Uma pesquisa recente da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba) em parceria com a UFPB (Universidade Federal da Paraíba) analisou em laboratório a perda mineral em dentes humanos após a exposição a esses produtos.
O estudo comparou alguns tipos de Gatorade com água destilada. "Concluímos que essas bebidas são muito erosivas. Atletas e consumidores não têm consciência disso", afirma Alessandro Cavalcanti, dentista, professor da UEPB.
Todos os líquidos e alimentos com pH abaixo de 5,5 podem ser nocivos para o esmalte dental.
Depois que esses líquidos são ingeridos, a saliva tem a função de neutralizar o processo de desmineralização. Mas, quando o consumo é contínuo, a neutralização não acontece.
"Quando consumimos em pequenas quantidades e intervalos pequenos, a saliva não dá conta de reverter o processo. Enquanto o pH fica inferior a 5,5, os dentes estão perdendo cálcio e fosfato", diz Marcelo Bönecker, dentista e professor da USP.
Esse é o problema dos isotônicos, segundo a dentista Sheyla Auad, especialista em erosão dental.
"Muitas bebidas são ácidas, mas a forma de consumo do isotônico é diferente. São bebidas tomadas muitas vezes durante a prática esportiva. Ninguém consome de uma vez só", diz.
A médio prazo, a ingestão de isotônicos causa a opacidade do esmalte e maior sensibilidade dental.
"No início, não é visível. A pessoa começa a sentir quando a lesão atinge a dentina (camada mais interna). Se o desgaste continuar, os dentes podem ficar menores e a pessoa ter alteração na mordida", afirma Auad.
Outro problema é que muitas dessas bebidas têm carboidratos e açúcares. "Nesse caso, junta o risco de dois tipos de lesão: a cárie e a erosão. São dois problemas sérios. A erosão ainda é pouco conhecida", diz Bönecker.
A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é que isotônicos sejam consumidos só por atletas e com orientação de um especialista.
As embalagens dos produtos devem trazer um alerta quanto ao consumo específico, mas a agência não diz nada sobre a acidez da bebida.
Segundo a Gatorade, "um estudo publicado em 2002 no "Journal Caries Research" com mais de 300 atletas da Ohio State University não demonstrou ligações entre o uso de bebidas esportivas e a erosão dentária."
Para o médico fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp, não é preciso parar de consumir isotônicos, essenciais para repor sais minerais durante a prática de um exercício com grande gasto energético.
"Uma saída para evitar a corrosão é alternar o consumo da bebida com água."
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.
Como são extraídos os dentes do siso? A extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.
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Quase 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes. Os maiores riscos de perda dentária estão no interior do Mato Grosso e regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Perda de dentes
Metade dos brasileiros entre 35 e 45 anos já perdeu ao menos 12 dentes e cerca de 80% dos idosos no país têm menos de 20 dentes.
E aproximadamente 35% dos idosos que precisam de dentadura não têm acesso a ela, segundo a pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo.
O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os estados e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos.
Estética e saúde
A pesquisa indicou quais fatores tinham relação com a perda dentária em adultos, com a falta de dentaduras e a presença de menos de 20 dentes na boca (edentulismo funcional) em idosos.
“Quem tem menos de 20 dentes não consegue mastigar ou falar de forma eficiente”, explica o dentista Rafael da Silveira Moreira, autor da pesquisa. “E a estética fica comprometida”.
A pesquisa aponta que a média de perda dentária e edentulismo funcional foram maiores entre os habitantes de cidades pequenas, estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante.
Mapa dentário
Com essas informações, Silveira elaborou mapas mostrando as áreas do Brasil em que esses fatores de risco estão mais presentes.
Áreas de risco alto para perda dentária estão presentes principalmente no Mato Groso e Pará, no oeste da região Norte, em todos os estados do Nordeste, exceto Pernambuco e Bahia. Também há áreas menores na divisa entre Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. As áreas de maior risco para idosos terem menos de 20 dentes estão no Nordeste, Norte, MT e PR.
O risco para edentulismo funcional é mais alto nas regiões Norte e Nordeste inteiras. Há manchas de risco altíssimo em regiões do interior da Bahia, Maranhão, Pará, Amapá e Amazonas. Há somente uma mancha de baixo risco, entre o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana de São Paulo.
Condição social
A pesquisa mostrou que têm maior associação com a perda dentária alguns grupos que procuram mais os serviços odontológicos. Entre eles, mulheres e aqueles que foram ao dentista ao menos uma vez na vida.
Segundo Silveira, isso acontece por que muitas vezes as pessoas procuram serviços de saúde que não conseguem oferecer alternativas à extração – como tratamento de canal.
Quando têm pelo menos um carro, membros desses grupos correm menor risco. “A condição social da pessoa determina se ir ao dentista pode ser uma situação de risco ou proteção para a perda dentária”, diz Silveira.
Também tinham maiores chances de perda dentária pessoas com menos anos de estudo e quem não recebeu informações sobre como prevenir doenças bucais. Outros fatores de risco eram demorar mais de três anos para ir ao dentista ou só ir em situações de emergência.
Falta de dentaduras
O estudo mostrou que há mais idosos precisando de dentadura e sem acesso a ela nas cidades com menos de 100 mil habitantes, microrregiões em que muitas pessoas só vão ao dentista em situação de emergência e nos estados onde os adultos têm menor escolaridade.
Essas áreas de risco estão em todo o Nordeste, no oeste da região Norte e no norte de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Há algumas áreas de risco muito baixo em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.
Idosos que nunca foram ao dentista têm o dobro de chance de precisar de dentadura e não ter. Também tem mais chance os homens, não-brancos, maiores de 69 anos e que moram em casas com maior número de pessoas por cômodo. Idosos que moram em áreas urbanas tiveram menor risco, mas quando a última consulta odontológica foi realizada no serviço público, o risco foi maior.
Risco de perda dentária
“A pesquisa ajuda a orientar políticas de saúde pública”, explica o professor da FSP Júlio César Pereira, orientador de Silveira. “O prefeito de uma cidade que agrega muitos fatores de risco pode ir a Brasília, mostrar esse mapa e pleitear mais recursos.”
Além disso, os resultados podem servir para mostrar aos dentistas quais pacientes têm maior risco de perda dentária. “Assim, quando entrar um paciente com perfil de risco, ele já sabe como atender”, diz Pereira.
Fonte: Agência USP
Para tanto, foram analisadas 100 crianças inseridas no Programa de Prevenção do Centro de Pesquisa e Atendimento de Pacientes Especiais e 126 crianças das creches municipais da cidade de Piracicaba, de diferentes classes sociais, de ambos os gêneros, na faixa etária de 2 a 4 anos, com a dentadura decídua completa. De acordo com artigo publicado na edição de março/abril de 2008 da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, “a forma de aleitamento interfere no padrão de movimentação dos músculos mastigatórios, no correto estabelecimento da deglutição e da respiração, além de suprir as necessidades nutricionais e neurológicas da criança, sendo a sucção considerada a primeira fase da mastigação. A falta ou ausência do aleitamento natural correlaciona-se ao hipodesenvolvimento do complexo mastigatório, à instalação de respiração mista ou bucal, deglutição atípica e, conseqüentemente, ao desenvolvimento inadequado que conduz às más oclusões. Por outro lado, hábitos bucais infantis são também fatores que interagem no estabelecimento da oclusão”.
No trabalho, a equipe verificou alta prevalência de más oclusões (superior a 50% da amostra avaliada) e uma correlação positiva entre a falta de amamentação natural e hábitos bucais inadequados em relação à presença de más oclusões. Além disso, a chupeta revelou-se a variável mais significativa na contribuição para a instalação de más oclusões. Segundo os pesquisadores, “provavelmente devido à falta de orientação às mães e gestantes em relação aos benefícios da amamentação natural, a maioria das crianças foi amamentada de maneira artificial precocemente. Soma-se a isso, a grande pressão dos fatores culturais e familiares que compete fortemente com as orientações recebidas sobre saúde bucal, tornando as mães pouco sensíveis às recomendações do dentista”.
Dessa forma, eles alertam para a necessidade de prevenção e de interceptação das más oclusões. “A significativa presença de más oclusões na amostra analisada evidencia a face alarmante do problema de falta de medidas preventivas (incluindo o incentivo à amamentação natural) e a necessidade de interceptação destas más oclusões. O objetivo é evitar que os pacientes encaminhados pelo clínico ou pelo odontopediatra cheguem ao ortodontista na fase da dentadura permanente, quando a maioria dos problemas oclusais já se encontram instalados”, destacam no artigo.
"Dentes (arquivo)"
Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.
O estudo feito nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia confirmou pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.
Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.
No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas.
Os participantes do estudo deram informações sobre seus hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista.
Histórico
Além disso, também foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.
Ao todo, seis em cada dez pessoas afirmaram ir ao dentista uma vez a cada seis meses, e sete em dez afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia.
Ao longo dos oito anos de pesquisa foram registrados 555 "eventos cardiovasculares", como infartes, dos quais 170 foram fatais.
Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.
A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é "causal ou meramente um marcador de risco".
O assessor científico da Associação Dentária Britânica, Damien Walmsley, afirmou que ainda não está claro se existe uma relação definitiva de causa e efeito entre higiene oral e doenças cardíacas.
"Qualquer que seja a posição verdadeira, pode-se dizer com certeza que se as pessoas escovarem os dentes duas vezes por dia com pasta de dente com flúor, visitar o dentista regularmente e restringir o consumo de doces à hora da refeição, vai ajudar muito a manter as gengivas e dentes em bom estado por toda a vida."
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fonte: msn.com
Segundo reportagem do jornal Connecticut Post o americano Christofer Hoff, resolveu ir ao dentista com trajes inapropriados, ou melhor dizendo, sem traje nenhum.
Ele foi detido acusado de atentado ao pudor e teve que pagar à Justiça fiança de US$ 10 mil.
Fonte: G1