sábado, janeiro 08, 2011

CLAREAMENTO DENTAL

Estética Dental

Nos dias de hoje, a busca pela estética é um fator de muita influência sobre o comportamento das pessoas.

Seja nos grandes centros urbanos ou nas pequenas cidades, é cada vez mais comum observar-se academias e clínicas de estética cada vez mais lotadas. Dentro deste contexto, é natural que a odontologia esteja preparada para atender aos anseios estéticos da população em geral.

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antes
(amálgama)
depois
(resina)
dente
fraturado
dente
restaurado c/ resina

Técnicas restauradoras e protéticas mais modernas visam, além da reabilitação da função mastigatória, a recuperação do fator estético. Dentro desta perspectiva, o clareamento dental se torna um importante instrumento a fim de proporcionar a satisfação do paciente em seu tratamento.

O clareamento dental visa a recuperação da cor original dos dentes, perdida em algum momento durante a vida em decorrência de vários fatores. Serve também simplesmente para promover um branqueamento dos dentes originalmente mais escurecidos.

A utilização de agentes clareadores nos dentes já ultrapassa um século, e com o desenvolvimento de novos materiais, tem se mostrado um meio cada vez mais eficaz e seguro de se obter uma estética dental satisfatória.

Existem basicamente dois tipos de clareamento dental:
• Clareamento caseiro
• Clareamento no consultório

No clareamento caseiro, a maior parte do tratamento é realizada pelo próprio paciente, o qual utiliza o agente químico dentro de uma moldeira adaptável aos dentes. Estes materiais são fornecidos pelo cirurgião-dentista, que irá supervisionar o tratamento através de visitas periódicas do paciente ao consultório.

No clareamento realizado no consultório, o dentista irá aplicar sobre os dentes um agente químico oxidante bem mais potente. Durante a aplicação, a gengiva, lábios e bochechas são protegidos de forma que o clareador não provoque queimaduras. Sobre o clareador é aplicada uma fonte de energia ativadora que pode ser luz halógena ou determinados tipos de laser que irão promover uma intensificação do clareamento. Dessa forma, o clareamento é realizado em apenas uma sessão.


Tenho restaurações escuras (metálicas) nos dentes posteriores. Vale a pena trocá-Ias por restaurações de cor branca ou da cor dos dentes?
A troca de uma restauração metálica por uma estética ou, como dizem os pacientes, "por uma branca", pode se dar por dois motivos principais: por problemas que envolvem a saúde do dente, como uma fratura da restauração pré-existente ou mesmo por recidiva de cárie (nesse caso, a troca não é discutida e pode, perfeitamente, ser feita uma restauração estética), ou por motivo exclusivamente estético (quando uma restauração metálica em bom estado vai ser trocada, surgem, então, alguns questionamentos).

Quais os materiais que podem ser utilizados na troca de uma restauração metálica por uma estética?
Existem, em princípio, duas possibilidades de materiais. O primeiro é a cerâmica (ou porcelana), o segundo são as resinas compostas. A restauração de cerâmica pode ser executada apenas pelo método indireto, isto é, o cirurgião-dentista prepara o dente, molda, e um técnico de laboratório executa, sobre o modelo, o trabalho, que é cimentado pelo dentista. A resina composta tanto pode ser usada pelo método direto, feita diretamente sobre o dente do paciente, em uma única sessão, ou pelo método indireto. A resina composta usada na forma indireta tem uma composição diferente da utilizada na forma direta e é chamada de resina composta de laboratório, podendo também ter a denominação de cerômero.

As restaurações em amálgama são realmente tóxicas e, por isso, devem ser trocadas?
Existe muita discussão sobre o poder tóxico do mercúrio nas restaurações de amálgama. Provou-se que o aumento dos níveis de mercúrio no sangue e na urina pode estar associado à presença dessas restaurações, embora nenhum trabalho tenha conseguido relacionar o desenvolvimento de doenças sistêmicas causadas por mercúrio em pacientes com as restaurações de amálgama.

Quais são o melhor material e a melhor técnica?
Basicamente, a técnica direta serve para as pequenas restaurações e, quando a área a ser restaurada é muito extensa, a preferência cai sobre as indiretas; entretanto, as mais extensas podem ser feitas de modo direto, dependendo da indicação profissional. Na técnica indireta, a escolha entre cerâmica e cerômero dependerá das condições técnicas e também da preferência profissional, pois os comportamentos estético e funcional são extremamente semelhantes.

No momento da troca de uma restauração, é necessário um desgaste maior do dente?
Não necessariamente. Quando é feita a troca de uma restauração de amálgama por uma de resina composta direta, a cavidade obtida após a retirada do material antigo já é compatível com o novo material restaurador. Contudo, para receber uma restauração indireta, pode ser necessário um desgaste adicional de dente sadio para possibilitar a execução do trabalho. Nas trocas de uma restauração metálica indireta de ouro, por exemplo, dificilmente uma certa quantidade de dente sadio não vai ser sacrificada, pois são preparos com exigências diferentes. Esse desgaste maior do dente de maneira alguma irá prejudicá-lo, pois é feito para permitir uma harmonia entre o material restaurador e o dente.

Uma restauração de material na cor do dente tem a mesma durabilidade que uma restauração antiga?
Existem, na boca de pacientes, restaurações de amálgama, de ouro e de outros metais em bom estado e com desempenho funcional perfeito há mais de vinte anos, assim como existem restaurações em mau estado feitas há pouco tempo. As técnicas restauradoras estéticas atuais são relativamente novas se comparadas com a do amálgama e a das restaurações metálicas indiretas. Todavia, já temos acompanhamento clínico com excelentes resultados de restaurações estéticas. A durabilidade de uma restauração depende de uma série de fatores, alguns diretamente relacionados com o cirurgião-dentista e outros, com o paciente.

Dentes manchados por uma restauração de amálgama podem ser corrigidos com a troca?
O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca melhora muito o problema estético sem, contudo, resolvê-lo completamente, pois seria necessária a retirada completa desse esmalte manchado para se conseguir uma perfeita solução estética.

Como é feita a manutenção das restaurações estéticas?
A manutenção das restaurações estéticas está inserida no contexto de manutenção da saúde bucal do paciente. O controle da higiene bucal, as profilaxias periódicas, como também as reavaliações clínicas do estado das restaurações prolongam a vida útil desses trabalhos. Pequenos reparos de possíveis falhas como manchamento superficial e pequenas fraturas podem ser realizadas com facilidade pela mesma técnica adesiva usada na confecção das restaurações estéticas.


Referência: Odontologika / Dr. Roberto Mariani www.perioimplantes.com.br
Foto gentilmente cedida pela modelo e paciente Tathiana Mancini.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Verão exige cuidados especiais com os dentes




Quantas crianças e adolescentes, em um bar, restaurante ou lanchonete, e até mesmo em casa, pedem um copo dágua para acompanhar as refeições? E os adultos? A maioria das pessoas, sem dúvida, prefere beber um copo de suco ou refrigerante em vez de água. Com a proximidade do verão, esse consumo aumenta e o brilho dos sorrisos pode acabar comprometido. Isso porque o consumo exagerado de algumas bebidas e alimentos pode provocar a erosão, um problema que causa o desgaste dos dentes. Esse hábito de consumo exagerado de sucos, refrigerantes e bebidas esportivas em substituição à água pode contribuir para a desmineralização do esmalte dentário e provocar a erosão dos dentes, alerta a dentista da clínica Prevenir, Joecí de Oliveira.

A erosão constitui um processo de perda progressiva dos tecidos duros dos dentes, por meio de um processo químico, ou seja, diferentemente da cárie dentária, não há envolvimento de microorganismos. As coroas dos dentes são formadas por uma camada superficial mais mineralizada chamada de esmalte, uma camada intermediária conhecida como dentina e a camada interna, chamada de polpa. ácido inicialmente ataca o esmalte, mas se o processo não for diagnosticado e detido a tempo, a erosão pode destruir o esmalte e a dentina, chegando à polpa do dente, explica Joecí. Nestes casos, ela alerta que é necessário realizar o tratamento de canal para posterior reconstituição dentária.
Os sintomas da erosão, além da perda do brilho do esmalte, são a queda freqüente de restaurações, o desgaste dentário e sensibilidade nos dentes afetados. As causas, segundo Joecí, podem ser de ordem psicológica, como bulemia, anorexia nervosa, distúrbios gastrointestinais, uso abusivo de álcool ou qualquer outra doença que cause regurgitações freqüentes. A erosão também pode ser causada por fatores externos, como o uso exagerado de sucos ácidos (limão, abacaxi, laranja), refrigerantes, bebidas esportivas e vinagre. Mas, é bom lembrar que ninguém tem erosão por tomar suco ou refrigerante ao fins de semana, explica a dentista.
As pessoas que a possuem, acrescenta a dentista, costumam relatar histórias de consumo de aproximadamente um ou dois litros de substância ácida por dia.
Segundo Joecí o esmalte é incapaz de regenerar-se. Para tratar a erosão deve-se usar o flúor, que diminui a sensibilidade dos dentes; fazer reconstituições com resina composta e controlar a dieta.
O ideal mesmo seria oferecer orientações à população sobre os efeitos nocivos da ingestão freqüente de substâncias ácidas, em especial do suco de limão e dos refrigerantes tipo cola, para que esse processo fosse evitado, acrescenta a dentista.


FONTE: http://www.parana-online.com.br/canal/vida-e-saude/news/223849/

domingo, dezembro 12, 2010

40% da população tem mau hálito e não sabe. Faça um teste para saber como está o seu

O mau hálito (ou halitose) existe na população desde o princípio da humanidade. Tanto em referências históricas, como na literatura (tanto em comédias com em tragédias) existe a menção de personagens que apresentam terrível hálito.
· Titus Marcius Plautus (254 - 184 a.C.), dramaturgo romano, classificou o “mau cheiro da boca” como uma das muitas causas da infidelidade conjugal e deixou escrito: “O hálito de minha esposa tem um cheiro horrível, melhor seria beijar um sapo”.
· O autor Russo P. Süskind (1855) em seu ensaio “O Perfume” : "...E vai o aroma do hálito diretamente para o coração..."
· Jó (19.17) “... O meu hálito é intolerável à minha mulher,...”
· Plutarco (6 – 120 d.C.) em “Escrevendo sobre Moralidade”, diz que o tirano Heron de Siracusa, após ter sido informado pelo médico sobre seu hálito, repreendeu sua esposa dizendo: “Por que não me advertiste que meu hálito te fere a cada vez que te beijo?” Ao que ela respondeu: “Sempre pensei que o hálito de todos os homens tivesse esse terrível odor!”
Talvez este seja o maior problema de quem tem mau hálito: descobri-lo. Como o nariz se acostuma com o cheiro, a chamada fadiga olfatória, quem tem mau hálito não o sente, e quem sente - o namorado, o marido, o amigo -, nem sempre se sente confortável em abordar o assunto.
Segundo o especialista no assunto, a dica é ter uma conversa particular com a pessoa que apresenta o problema, pois o mau hálito pode causar uma discriminação social importante que acaba por isolar o indivíduo do convívio social ou então faz com que ele se retraia e tenha até problemas profissionais (vendedores, médicos, professores, etc.).






























Depois passe a língua no punho e aguarde 30 segundos. Cheire o local. Se notar um aroma desagradável e foram assinalados dois ou mais itens acima é melhor perguntar a uma pessoa de confiança.
O mau hálito tem solução
“Uma boa notícia é que o problema tem solução”, garante o especialista. E ela não está nas balas ou enxaguatórios bucais que só mascaram temporariamente o problema. A solução está em descobrir a causa do mau hálito, que não é uma doença e sim um sintoma.
Possíveis causas do mau hálito
· Variações fisiológicas e adaptativas do indivíduo
· Hora do dia
· Hábitos alimentares

· Higiene oral
· Uso de próteses dentárias
· Doenças nos pulmões, esôfago e nas vias aéreas e digestivas superiores
· Doenças sistêmicas e psiquiátricas, e mais de 50 outras origens que precisam ser investigadas e tratadas.
Por esta razão o especialista na área tem que atuar como um clínico geral, investigando todos os sintomas do paciente. Um paciente pode apresentar mau hálito decorrente de um diabetes ou uma escamação na pele pode ser a chave para se diagnosticar uma síndrome que causa o mau hálito




Apoio: 

sábado, novembro 06, 2010



A Cárie é uma descalcificação de uma parte do dente provocada por ácidos orgânicos.

A cárie é considerada uma doença infecto-contagiosa degenerativa, seu principal agente etiológico é o Streptococcus mutans.

Os ácidos orgânicos (lático, acético, butírico, propiônico e outros) são produzidos pela combinação da saliva e das enzimas bacterianas que agem sobre os carboidratos presentes em alguns alimentos que comemos, estes ácidos são formados através do processo de fermentação e atacam o esmalte, a dentina a polpa e certas vezes o cemento redicular do dente (parte branca do dente) corroendo e provocando a cárie e a inflamação da gengiva.
Os doces possuem grandes quantidades de carboidrato e são os principais alimentos que ajudam no aumento da cárie.

Tratamento

A cárie precisa ser retirada, para isso o dentista remove o tecido cariado preenchendo a cavidade (o pequeno “buraco”) com uma resina composta ou algum material como o amálgama de prata, o dente cariado pode ser perdido se não tratado a tempo.

Prevenção

- Usar o fio dental após qualquer refeição, principalmente antes de dormir. O fio dental consegue retirar restos de comida e placas bacterianas onde a escova de dente muitas vezes não chega;
- Escove os dentes após qualquer refeição, massageando a gengiva. Use cremes dentais com flúor;
- Coma alimentos ricos em fibras, como cenoura, maçã, pepino, rabanete e verduras em geral, pois elas estimulam a salivação e contribuem para a diminuição da acidez da boca.
- Evite escovar os dentes após o consumo de refrigerantes, a maioria dos refrigerantes amolecem os dentes, espere no mínimo 15 minutos para poder escová-los.
- Não beba muito refrigerante, pois eles agridem os dentes.
- Visite seu dentista regularmente, o recomendável é visitá-lo a cada seis meses.

Por Thiago Ribeiro
Equipe BrasilEscola

sexta-feira, novembro 05, 2010

10 maus hábitos que podem prejudicar os dentes

A higiene oral é muito importante. Ter dentes fortes e saudáveis são importantes, além de ter um sorriso bonito. Sem a devida escovação e fio dental a boca pode tornar-se um terreno fértil para a doença. Mas há outros maus hábitos, assim que podem danificar seus dentes.

Você pode usar sua boca para muitas outras coisas diferentes do que mastigar o alimento. As pessoas freqüentemente se engajam em certos hábitos que envolvem a boca, que são prejudiciais para a saúde oral. Você deve ter cuidado com as coisas ruins que você faz com seus dentes. Aqui estão alguns para evitar:

  1. Usando os dentes como ferramentas: Muitas pessoas usam seus dentes como ferramentas para abrir garrafas ou um saco de batatas fritas, rasgar uma fita plástica, um preço de etiqueta de arrancar um pedaço da roupa e até mesmo em fios. Seus dentes não foram feitos para ser usado como este. Isso pode ser um efeito traumático sobre os dentes, causando a ponta de um dente enfraquecido chip para fora ou mesmo quebrar. Isso pode até causar má oclusão (mau alinhamento das arcadas) pelo desgaste dos dentes de forma irregular. Mantenha as ferramentas reais, como tesouras ou cortadores de fio prático e usá-los para fazer o trabalho.

  2. Mastigar gelo: Muitas pessoas habitualmente mastigam gelo, especialmente sobra o gelo depois de terminar uma bebida fria gelo. A dureza ea temperatura fria de cubos de gelo pode realmente causar a fratura de dentes. Você poderia chip de parte do esmalte de um dente ou rachar fora de um enchimento. Às vezes o dano é grave o suficiente para exigir um canal radicular. Os dentistas recomendam que deixe o gelo derreter na boca como o doce ao invés de esmagá-la com os dentes.

  3. Mastigar objetos duros: Muitas pessoas mastigar lápis, canetas e outros objetos duros. Seus dentes foram feitos para mastigar os alimentos, não coisas desnecessárias. Similar ao gelo mastigar, mastigar objetos duros podem danificar o dente, levando a reparações desnecessárias dental.

  4. Chupando limão: Se feito em uma base regular, o ácido cítrico em limão pode lixiviar minerais importantes de seus dentes e corroem os dentes de sua superfície exterior, tornando-os sensíveis a alimentos frios e bebidas, e propensas a lascar e rachaduras. Isso não significa que você deve desistir de todas as frutas cítricas e seus sucos. Apenas certifique-se que você não está segurando-o na boca por um período de tempo prolongado.

  5. Escovar muito difícil: as pessoas costumam pensar que, ao aplicar mais pressão durante a escovação ou usando uma escova de cerdas duras torna os dentes mais brilhantes. Este é um falso mito que deve ser evitado. Quando você escova muito vigorosamente ou use uma escova de cerdas duras, pode desgastar o esmalte protetor sobre os dentes. Pode também levar a enfraquecimento da gengiva e aumento da sensibilidade dentária (ao frio e toque). Escolha uma escova macia e faça movimentos circulares suaves para obter os melhores resultados.

  6. Roer as unhas: mordedura do prego é não somente mau para as unhas, mas é também prejudicial para os dentes. Pode causar trincas ou lascados dentes da frente, e dá a oportunidade de germes e bactérias de suas unhas por baixo de introduzir sua boca e causar cáries e infecções na gengiva. Roer as unhas é muitas vezes um hábito subconsciente, que é uma expressão do mais profundo de ansiedade que se agrava em tempos de stress.

  7. Ranger de dentes: Crônica bruxismo (ranger os dentes aka retificação) pode levar a uma variedade de problemas dentários, incluindo o desgaste excessivo dos dentes; lascar, rachaduras e fraturas de dentes e afrouxamento dos dentes. Ela também pode causar dor nas articulações da mandíbula, dor de cabeça e dor de dente grave. Esse hábito ocorre frequentemente durante a noite enquanto dormia em um nível subconsciente, geralmente em resposta ao estresse emocional. Para limitar os danos que pode causar, seu dentista poderá sugerir que você use um protetor de boca de ranger os dentes durante a noite.

  8. Beber vinho branco: Muitas pessoas escolhem o vinho branco ao invés de vinho tinto como esta pode manchar os dentes. Mas, na verdade, o vinho branco pode causar mais problemas permanentes devido à sua elevada acidez. Este ácido desgasta o esmalte dos dentes, expondo a camada mais escura embaixo (da dentina), dando uma aparência amarelada dos dentes, deixando-os mais vulneráveis às manchas de qualquer cor alimentos ou bebidas consumidas, ao mesmo tempo. Para proteção, enxaguar a boca com água depois de beber e comer queijo com a sua bebida para equilibrar a acidez do vinho.

  9. Excessivo consumo de bebida mole: Consumo excessivo de refrigerantes açucarados está emergindo como uma das fontes alimentares mais importantes de cárie dentária. Não é apenas o açúcar do refrigerante que é ruim para seus dentes. Os ácidos incluído na bebida também contribui para a formação de cáries. bebidas sem açúcar são menos prejudiciais, mas eles ainda podem causar problemas como eles são muito ácidas.

  10. Chupando o polegar: Thumb sucção, um dos mais comuns hábito entre as crianças, interfere com o posicionamento da parte superior e frontal dos dentes inferiores, causando os dentes superiores para splay para fora e os dentes inferiores a dobrar na boca. Essas mudanças na posição de mordida eventualmente necessitam de tratamento ortodôntico.

Estes são apenas alguns exemplos de hábitos nocivos que têm um impacto sobre sua boca. Força de vontade de sua parte pode ajudá-lo a trocar os hábitos prejudiciais para o bom exibe dental.

IMPORTANTE: Esta é uma página traduzida máquina que é fornecida "como está" sem garantia. A tradução automática pode ser difícil de compreender. Por favor, consulte o original Inglês artigo sempre que possível.



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quarta-feira, outubro 06, 2010

Bebidas isotônicas podem prejudicar esmalte dos dentes

Quem toma isotônicos com frequência corre sério risco de ter erosão dental. Essas bebidas são tão ou mais ácidas do que refrigerantes.

Uma pesquisa recente da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba) em parceria com a UFPB (Universidade Federal da Paraíba) analisou em laboratório a perda mineral em dentes humanos após a exposição a esses produtos.

O estudo comparou alguns tipos de Gatorade com água destilada. "Concluímos que essas bebidas são muito erosivas. Atletas e consumidores não têm consciência disso", afirma Alessandro Cavalcanti, dentista, professor da UEPB.

Todos os líquidos e alimentos com pH abaixo de 5,5 podem ser nocivos para o esmalte dental.

Depois que esses líquidos são ingeridos, a saliva tem a função de neutralizar o processo de desmineralização. Mas, quando o consumo é contínuo, a neutralização não acontece.

"Quando consumimos em pequenas quantidades e intervalos pequenos, a saliva não dá conta de reverter o processo. Enquanto o pH fica inferior a 5,5, os dentes estão perdendo cálcio e fosfato", diz Marcelo Bönecker, dentista e professor da USP.

Esse é o problema dos isotônicos, segundo a dentista Sheyla Auad, especialista em erosão dental.

"Muitas bebidas são ácidas, mas a forma de consumo do isotônico é diferente. São bebidas tomadas muitas vezes durante a prática esportiva. Ninguém consome de uma vez só", diz.
A médio prazo, a ingestão de isotônicos causa a opacidade do esmalte e maior sensibilidade dental.

"No início, não é visível. A pessoa começa a sentir quando a lesão atinge a dentina (camada mais interna). Se o desgaste continuar, os dentes podem ficar menores e a pessoa ter alteração na mordida", afirma Auad.

Outro problema é que muitas dessas bebidas têm carboidratos e açúcares. "Nesse caso, junta o risco de dois tipos de lesão: a cárie e a erosão. São dois problemas sérios. A erosão ainda é pouco conhecida", diz Bönecker.

A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é que isotônicos sejam consumidos só por atletas e com orientação de um especialista.

As embalagens dos produtos devem trazer um alerta quanto ao consumo específico, mas a agência não diz nada sobre a acidez da bebida.



FABRICANTE

Segundo a Gatorade, "um estudo publicado em 2002 no "Journal Caries Research" com mais de 300 atletas da Ohio State University não demonstrou ligações entre o uso de bebidas esportivas e a erosão dentária."

Para o médico fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp, não é preciso parar de consumir isotônicos, essenciais para repor sais minerais durante a prática de um exercício com grande gasto energético.

"Uma saída para evitar a corrosão é alternar o consumo da bebida com água."

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/809922-bebidas-isotonicas-podem-prejudicar-esmalte-dos-dentes.shtml

segunda-feira, julho 26, 2010

Cantadas de Dentistas

  • " Você é o elemento que faltava na minha arcada !!!"

  • " Sabe qual é seu problema ??? Minha boca longe da sua !!!"
  • " Vamo lá pra casa que eu te mostro como é que eu coloco o canino na chave !!!"
  • " Deixa eu cuidar do teu canal que eu garanto que a minha lima não é FlexoFile !!!"
  • " Por baixo dessa máscara e desse óculos de proteção também bate um coração !!!"
  • " Quando você me olha assim eu fico mais molinho do que dente com GUNA !!!"
  • " Santa Apolônia !!! Vai ser bonita assim lá na minha cadeira !!! "
  • " Tô autoclavadinho .... prontinho pra vc usar !!!"
  • " Ah uma bocona dessas la na minha cadeira..."
  • " Você não quer irrigar o meu canal ???"
  • " Vem comigo que eu vou curetar a sua furca !!!"
  • " Seu namorado pode até fazer direito, mas quem vai cuidar do teu canal sou eu !!!"
  • " Qual o procedimento hoje ? Levantamento de seio ?"
  • " A sua cureta é Mini ou Gracey ?"
  • " Com qual frequência alguém cureta seu alvéolo ???"
  • " Quando vc aparece, uma parte de mim "toma presa" mais rápido do que alginato em dia quente !!!

terça-feira, julho 13, 2010

O que são Dentes do Siso?

Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos - dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.

Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.

Como são extraídos os dentes do siso?

A extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.

Você poderá sentir um pouco de dor ou inchaço, mas que passará naturalmente após alguns dias; no entanto, você deverá ligar para seu dentista se houver dor prolongada ou intensa, inchaço, sangramento ou febre.

A extração dos dentes do siso devido ao apinhamento ou fato de estarem inclusos no osso maxilar não afeta a sua mordida ou a sua saúde bucal no futuro.

Inclusão horizontal Inclusão angular
Inclusão vertical

quarta-feira, julho 07, 2010

Quase 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes

Quase 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes. Os maiores riscos de perda dentária estão no interior do Mato Grosso e regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Perda de dentes

Metade dos brasileiros entre 35 e 45 anos já perdeu ao menos 12 dentes e cerca de 80% dos idosos no país têm menos de 20 dentes.

E aproximadamente 35% dos idosos que precisam de dentadura não têm acesso a ela, segundo a pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo.

O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os estados e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos.

Estética e saúde

A pesquisa indicou quais fatores tinham relação com a perda dentária em adultos, com a falta de dentaduras e a presença de menos de 20 dentes na boca (edentulismo funcional) em idosos.

“Quem tem menos de 20 dentes não consegue mastigar ou falar de forma eficiente”, explica o dentista Rafael da Silveira Moreira, autor da pesquisa. “E a estética fica comprometida”.

A pesquisa aponta que a média de perda dentária e edentulismo funcional foram maiores entre os habitantes de cidades pequenas, estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante.

Mapa dentário

Com essas informações, Silveira elaborou mapas mostrando as áreas do Brasil em que esses fatores de risco estão mais presentes.

Áreas de risco alto para perda dentária estão presentes principalmente no Mato Groso e Pará, no oeste da região Norte, em todos os estados do Nordeste, exceto Pernambuco e Bahia. Também há áreas menores na divisa entre Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. As áreas de maior risco para idosos terem menos de 20 dentes estão no Nordeste, Norte, MT e PR.

O risco para edentulismo funcional é mais alto nas regiões Norte e Nordeste inteiras. Há manchas de risco altíssimo em regiões do interior da Bahia, Maranhão, Pará, Amapá e Amazonas. Há somente uma mancha de baixo risco, entre o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana de São Paulo.

Condição social

A pesquisa mostrou que têm maior associação com a perda dentária alguns grupos que procuram mais os serviços odontológicos. Entre eles, mulheres e aqueles que foram ao dentista ao menos uma vez na vida.

Segundo Silveira, isso acontece por que muitas vezes as pessoas procuram serviços de saúde que não conseguem oferecer alternativas à extração – como tratamento de canal.

Quando têm pelo menos um carro, membros desses grupos correm menor risco. “A condição social da pessoa determina se ir ao dentista pode ser uma situação de risco ou proteção para a perda dentária”, diz Silveira.

Também tinham maiores chances de perda dentária pessoas com menos anos de estudo e quem não recebeu informações sobre como prevenir doenças bucais. Outros fatores de risco eram demorar mais de três anos para ir ao dentista ou só ir em situações de emergência.

Falta de dentaduras

O estudo mostrou que há mais idosos precisando de dentadura e sem acesso a ela nas cidades com menos de 100 mil habitantes, microrregiões em que muitas pessoas só vão ao dentista em situação de emergência e nos estados onde os adultos têm menor escolaridade.

Essas áreas de risco estão em todo o Nordeste, no oeste da região Norte e no norte de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Há algumas áreas de risco muito baixo em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Idosos que nunca foram ao dentista têm o dobro de chance de precisar de dentadura e não ter. Também tem mais chance os homens, não-brancos, maiores de 69 anos e que moram em casas com maior número de pessoas por cômodo. Idosos que moram em áreas urbanas tiveram menor risco, mas quando a última consulta odontológica foi realizada no serviço público, o risco foi maior.

Risco de perda dentária

“A pesquisa ajuda a orientar políticas de saúde pública”, explica o professor da FSP Júlio César Pereira, orientador de Silveira. “O prefeito de uma cidade que agrega muitos fatores de risco pode ir a Brasília, mostrar esse mapa e pleitear mais recursos.”

Além disso, os resultados podem servir para mostrar aos dentistas quais pacientes têm maior risco de perda dentária. “Assim, quando entrar um paciente com perfil de risco, ele já sabe como atender”, diz Pereira.

Fonte: Agência USP

Prevalência de má oclusão é alta entre crianças de 2 a 4 anos

Pesquisa mostra que metade da amostra apresentava o problema. Falta de amamentação natural e hábitos bucais inadequados, como utilização de chupeta, estão diretamente relacionados à presença de más oclusões.

Devido a sua alta prevalência, as más oclusões, são consideradas um problema de saúde pública. Levando em consideração que não ocorre autocorreção, os desvios que se estabelecem na dentadura decídua perpetuam-se na dentadura mista, assim como na dentadura permanente. Esta observação respalda o consenso mundial de que a prevenção e a interceptação precoce se fazem necessárias, preferencialmente, nas dentaduras decídua e mista. Nesse sentido, Carla Maria Gimenez e equipe da Universidade Estadual Paulista resolveram identificar a prevalência e os tipos de má oclusão encontrados em crianças dentro da faixa etária de 2 a 4 anos; e correlacionar a presença do problema com a forma de aleitamento e com os hábitos bucais infantis.

Para tanto, foram analisadas 100 crianças inseridas no Programa de Prevenção do Centro de Pesquisa e Atendimento de Pacientes Especiais e 126 crianças das creches municipais da cidade de Piracicaba, de diferentes classes sociais, de ambos os gêneros, na faixa etária de 2 a 4 anos, com a dentadura decídua completa. De acordo com artigo publicado na edição de março/abril de 2008 da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, “a forma de aleitamento interfere no padrão de movimentação dos músculos mastigatórios, no correto estabelecimento da deglutição e da respiração, além de suprir as necessidades nutricionais e neurológicas da criança, sendo a sucção considerada a primeira fase da mastigação. A falta ou ausência do aleitamento natural correlaciona-se ao hipodesenvolvimento do complexo mastigatório, à instalação de respiração mista ou bucal, deglutição atípica e, conseqüentemente, ao desenvolvimento inadequado que conduz às más oclusões. Por outro lado, hábitos bucais infantis são também fatores que interagem no estabelecimento da oclusão”.

No trabalho, a equipe verificou alta prevalência de más oclusões (superior a 50% da amostra avaliada) e uma correlação positiva entre a falta de amamentação natural e hábitos bucais inadequados em relação à presença de más oclusões. Além disso, a chupeta revelou-se a variável mais significativa na contribuição para a instalação de más oclusões. Segundo os pesquisadores, “provavelmente devido à falta de orientação às mães e gestantes em relação aos benefícios da amamentação natural, a maioria das crianças foi amamentada de maneira artificial precocemente. Soma-se a isso, a grande pressão dos fatores culturais e familiares que compete fortemente com as orientações recebidas sobre saúde bucal, tornando as mães pouco sensíveis às recomendações do dentista”.

Dessa forma, eles alertam para a necessidade de prevenção e de interceptação das más oclusões. “A significativa presença de más oclusões na amostra analisada evidencia a face alarmante do problema de falta de medidas preventivas (incluindo o incentivo à amamentação natural) e a necessidade de interceptação destas más oclusões. O objetivo é evitar que os pacientes encaminhados pelo clínico ou pelo odontopediatra cheguem ao ortodontista na fase da dentadura permanente, quando a maioria dos problemas oclusais já se encontram instalados”, destacam no artigo.

Agência Notisa