quinta-feira, março 17, 2016
sábado, fevereiro 27, 2016
quinta-feira, janeiro 29, 2015
quinta-feira, maio 01, 2014
Coroa dentária de Elvis sai em turnê
Elvis, definitivamente, não morreu. Além de a obra do rei do rock
continuar rendendo milhões de dólares aos herdeiros, as suas turnês
ainda não acabaram. Pelo menos de uma parte de Elvis. Uma coroa dentária
que pertenceu ao ídolo americano saiu em uma tour para promover uma
campanha contra o câncer de boca. Nesta quarta-feira (30/4), a escala é
em Malvern (Inglaterra).
Criada em 1971 pelo dentista Henry J, Weiss, de Memphis (EUA), a coroa do rei do rock foi arrematada em leilão em 2012 por cerca de R$ 24,5 mil, pelo canadense Michael Zuk, um colecionador obsessivo de itens ligados a Elvis.
Criada em 1971 pelo dentista Henry J, Weiss, de Memphis (EUA), a coroa do rei do rock foi arrematada em leilão em 2012 por cerca de R$ 24,5 mil, pelo canadense Michael Zuk, um colecionador obsessivo de itens ligados a Elvis.
domingo, março 09, 2014
Odontologia desportiva e o desempenho dos atletas
Ao contrário do que se pensa, a Odontologia
Desportiva não é uma especialidade odontológica
ligada à Educação Física,
mas sim uma área de atuação da
própria Odontologia.
Ela
visa oferecer cirurgiões-dentistas com visão
esportiva, a fim de melhorar o rendimento dos atletas,
promovendo a saúde bucal e prevenindo possíveis
lesões decorrentes de atividades esportivas.
Por ter um enfoque multidisciplinar, ela reúne
uma equipe de profissionais das mais diversas especialidades
odontológicas, tais como: periodontia (gengiva
e estruturas de suporte dentário), endodontia
(tratamento de canais), próteses e implantes
(reposição de dentes perdidos), ortodontia/ortopedia
(correção de dentes mal posicionados
e alterações ósseas), cirurgia
e traumatologia buco-maxilo-facial (traumatismos decorrentes
da prática esportiva).
Apesar
de não ser matéria curricular nas faculdades
e de não existirem cursos de formação
específicos, há aulas e palestras como
atividades extra-curriculares, que visam informar
o cirurgião-dentista sobre este novo campo
de atuação, com enfoque preventivo e
curativo.
Embora
a Odontologia Desportiva no Brasil seja ainda muito
jovem, já foi criada a Associação
Brasileira de Odontologia Desportiva (Abrodesp), que
além de dentistas, é composta por médicos,
fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos.
Além disto, no Conselho Regional de Odontologia
de São Paulo existe uma Comissão de
Odontologia Desportiva, e, no Ginásio do Ibirapuera,
foi formado o 1º Centro de Odontologia Desportiva
do Brasil.
O
atleta, por exigir mais do seu físico em relação
às demais pessoas, necessita estar sempre atento
à sua saúde, e a saúde bucal
não pode ficar fora deste contexto. Constatou-se
que o rendimento de um atleta pode ser reduzido se
ele tiver algum distúrbio na sua saúde
bucal. E ainda, por outro lado, seu rendimento está
intimamente relacionado com a vitória ou a
derrota. Deste modo, visando uma melhoria no desempenho
do atleta, faz-se necessário um exame odontológico
minucioso, a fim de promover o tratamento de eventuais
doenças ou mesmo atuar de forma preventiva.
É
preciso planejar bem o tratamento do atleta, pois
cuidados diferenciados devem ser tomados. Por exemplo:
restaurações metálicas não
são indicadas, por isso devemos ter cautela
na prescrição de medicamentos. A restauração
metálica, por ser muito dura e resistente,
pode levar à fratura de dentes devido ao impacto
sofrido durante a prática esportiva. Desta
forma, recomendamos a restauração em
resina, que no impacto é mais fácil
de ser quebrada do que o dente. Já com os medicamentos,
temos de ter cuidado para não interferirem
no exame anti-dopping.
Alterações
bucais também podem levar à redução
do desempenho do atleta, tais como: má oclusão
(engrenagem entre os dentes), respiração
bucal, perdas dentárias, desordens na ATM (articulação
têmporo-mandibular), problemas nos canais, alterações
gengivais/periodontais, cárie dentária,
raízes residuais, etc. Podem levar também
ao aumento do risco de lesões (nas articulações
dos joelhos, por exemplo) e dificuldade para recuperação
de lesões, como as musculares, bem como diminuição
da capacidade aeróbica, não aproveitamento
do alimento ingerido (comprometimento da mastigação
e conseqüente digestão), alterações
na postura e na visão, dores de cabeça,
zumbidos, estafa e fadiga precoce.
Desta
forma, o tratamento do atleta abrange diversas especialidades
odontológicas, cujo objetivo principal é
promover sua saúde bucal, e claro, reabilita-lo,
o que interfere na estética e auto-estima.
Mas temos uma grande preocupação: prevenir
um risco a que atletas são expostos, que são
os traumas desportivos, visto que são a terceira
maior causa dos traumas faciais. Buscamos prevenir
as fraturas dos ossos da face e dos dentes bem como
lesões de língua, lábios e bochechas.
O traumatismo dental é um problema de saúde
pública, pois pode levar à perda dentária
imediata (no momento do acidente) ou mediata (no decorrer
do tratamento ou anos após, devido à
reabsorção das raízes dentárias).
Mas caso o trauma desportivo ocorra, podemos intervir
corrigindo o dano anatômico e o distúrbio
funcional.
Quando
falamos em prevenção na Odontologia
Desportiva, aí pensamos nos protetores bucais
para prática de esportes. As modalidades de
maior risco são os de contato, ou de impacto,
como: boxe, judô, karatê, jiu-jitsu, luta
greco-romana, sumô, futebol, basquetebol, voleibol,
handebol, mountain bike, motocross, hockey in line,
patins in line, etc. Nestes esportes, as chances do
atleta sofrer contusões orofaciais durante
a carreira variam de 33% a 56% . Podem ocorrer choques,
cabeçadas, cotoveladas, traumatismos crânio-faciais,
fraturas nasais, ferimentos corto-contusos e lacerantes,
e até mesmo quedas acidentais ou agressões
físicas como socos e pontapés.
Agindo
preventivamente, os protetores bucais atuam de duas
maneiras: protegendo os dentes de fraturas ou avulsões
(arrancamentos) e prevenindo lesões nas bochechas,
língua e lábios. Segundo a Academia
Norte-Americana de Odontologia Desportiva, o uso de
protetores bucais na prática esportiva reduz
em até 80% o risco de perda dentária.
Nos Estados Unidos e Europa, usar equipamentos de
segurança é lei em inúmeras competições
esportivas, mas no Brasil o uso de protetores bucais
ainda é restrito a praticantes do boxe.
Existem
três tipos de protetores bucais: os pré-fabricados
(com tamanhos P, M e G), os termoplásticos
(também pré-fabricados,) e os confeccionados
pelo dentista. Os dois primeiros não têm
boa adaptação à arcada dentária,
interferem na fala, na respiração e
na tensão muscular do atleta, que morde, aperta
constantemente para não sair do lugar. O segundo
leva o atleta a riscos de queimaduras na boca, pois
é posto na pessoa após ser tirado de
imersão na água quente para amolecer
e melhor adaptar-se à arcada dentária,
é o famoso “ferve e morde”. O terceiro
tipo é definitivamente o melhor para o desempenho
do atleta, pois é confeccionado após
moldagem da arcada dentária, e é personalizado,
pois não atrapalha na respiração
e pode-se ingerir líquidos sem retira-lo da
boca. Os protetores duram em média 1 ano, devem
ser lavados com água corrente após o
uso e armazenados em estojos próprios. Devem
ser trocados nas crianças e adolescentes com
certa regularidade, devido ao crescimento ósseo,
ou sempre que o atleta apresentar alterações
drásticas de peso.
A atuação da Odontologia Desportiva no Brasil só tende a crescer, a exemplo do que já acontece nos Estados Unidos e Europa. A tendência é que academias, clubes, federações esportivas e escolas passem a divulgar e a solicitar a necessidade de meios de proteção para a prática de esportes de uma maneira geral, quer seja dos seus associados, atletas ou alunos. Além disso, encaminhar o atleta/aluno/associado para um exame odontológico, a exemplo do que ocorre em relação à avaliação física. Enfim, prevenir é o melhor caminho, pois é mais barato saudável. Portanto, vamos nos cuidar.
Referências
Dra Ana Paula Falcão de Moura - Cirurgiã Dentista Pós Graduada pela Universidade de São Paulo.
Dra Ana Paula Falcão de Moura - Cirurgiã Dentista Pós Graduada pela Universidade de São Paulo.
| FONTE |
Problemas dentários potencializam lesões musculares
A Ponte Preta jogou 41 partidas desde que contratou o meia Caio, em
setembro de 2011, mas o jogador participou de apenas 24 delas. O motivo
que deixava o atleta de fora das competições era uma lesão recorrente no
músculo posterior da coxa. O que ele não imaginava é que o problema, na
verdade, era mais em cima, na boca. Uma infecção no dente que não
aparecia nas radiografias foi diagnosticada como a causa dos frequentes
problemas do jogador.
O fisioterapeuta do Imap (Instituto Médico Avançado da Ponte Preta)
suspeitou da frequência do problema na coxa e pediu, em março, que o
dentista do instituto, Francisco Carlos Kiko Marques, fizesse uma
avaliação. Marques fez testes para avaliar a sensibilidade do dente com o
calor e o frio, já que pelos exames comuns nada aparecia. Então,
confirmou a suspeita, quando abriu o dente e encontrou a infecção.
“Foi uma surpresa, Caio tem uma saúde bucal muito boa. É um atleta
que está além da média. Ele foi trocar uma simples restauração com um
dentista particular antes de começar o Campeonato Paulista, acredito que
o material que foi colocado ali não foi o adequado, veio a ter uma
necrose e ele começou a apresentar esses problemas de lesão”, disse o
dentista.
Francisco conta que a bactéria presente no dente do jogador circula
no organismo pela corrente sanguínea e se aloja em determinados grupos
musculares. “Elas gostam de “se esconder” num grupo de fibras chamadas
“fibras colágeno”, onde a lesão muscular geralmente acontece.”
Caso o problema não fosse descoberto, Caio teria lesões cada vez mais
graves, que chegam a romper até centímetros do músculo. Depois do
tratamento, o meia joga sem dores e lesões.
Além de uma infecção, outros problemas bucais podem prejudicar o
desempenho de atletas, desde uma gengivite, cárie, dente aberto, até um
dente do siso ou uma raiz que podem ter focos infecciosos. “Isso pode
atingir tanto um atleta profissional quando um de final de semana. Às
vezes um desconforto muscular vem de um foco dentário”, afirmou Marques.
FONTE
Gengivite pode levar a parto prematuro, diz estudo
Um estudo da Case Western Reserve University, em Cleveland, no Estado
americano de Ohio, e da Hathaway Brown School, da cidade de Shaker
Heights, no mesmo Estado, indica que bactérias encontradas nas bocas de
gestantes podem contribuir para nascimentos prematuros de bebês. A
pesquisa foi publicada na edição de abril do jornal Infection and Immunity
e divulgada nesta quinta-feira pela Sociedade Americana de
Microbiologia. A pesquisa indica que a gengivite, um problema comum
durante a gestação, aumenta a concentração de bactérias na boca e a
possibilidade de transmissão desses microorganismos para a placenta pela
corrente sanguínea.
De acordo com a sociedade, cerca de 12,7% dos nascimentos nos Estados
Unidos são prematuros, o que indica um aumento de 36% nos casos nos
últimos 25 anos. A infecção intrauterina é a principal causa de
nascimentos prematuros e abortos. Durante um longo período, a infecção
intrauterina foi associada a bactérias encontradas na vagina das
grávidas, contudo, estudos recentes indicam que bactérias achadas na
boca também podem causar o problema.
Os pesquisadores de Ohio ainda identificaram um grupo de bactérias
capazes de colonizar a placenta de camundongos, sendo a maioria
originária da cavidade oral e associadas com problemas na gravidez em
humanos.
De acordo com os cientistas, os resultados podem levar a terapias
para reduzir constantemente a quantidade de bactérias nas bocas das
gestantes, o que pode contribuir para uma gestação mais saudável.
Fonte
Fonte
domingo, dezembro 29, 2013
domingo, dezembro 08, 2013
quarta-feira, outubro 23, 2013
domingo, setembro 22, 2013
quarta-feira, julho 10, 2013
Verdades e mentiras sobre o aparelho ortodontico estético
Mesmo assim alguns profissionais ainda apresentam certa aversão ao aparelho estético pelos seguintes motivos:
-Fragilidade:
Os braquetes de policarbonato por serem feitos com material resinoso,
são muito frágeis, descolando ou fraturando com grande facilidade. Já os
de porcelana e safira tem uma resistência maior, mas mesmo assim ainda
um pouquinho aquém quando comparados com os braquete metálicos.
-Atrito:
Todos os braquetes estéticos (policarbonato, porcelana e safira) tem um
coeficiente de atrito maior do que os braquetes metálicos, isso pode
implicar e um maior tempo ou maior dificuldade para a realização de
determinados movimentos com o aparelho ortodôntico.
Segue abaixo algumas características dos diferentes materiais utilizados para a confecção desse tipo de braquete:
.Policarbonato:
Como já especificado acima, é um tipo de resina plástica estética de
coloração opaca. Bastante frágil, em tratamentos muito longos pode
começar a amarelar, tem um alto atrito e um custo baixo.
.Porcelana:
Tem uma coloração estética opaca, é bastante resistente em comparação
ao policarbonato, não amarela mesmo em tratamentos mais longos, tem um
alto atrito e um custo moderado.
.Safira:
De coloração estética translucida, tem uma resistência muito próxima do
braquete de porcelana, não amarela mesmo em tratamentos mais longos,
tem um atrito moderado e um custo mais elevado.
É
importante salientar que mesmo no aparelho estético é recomendado que o
fio ortodôntico seja metálico, isso porque, mesmo com fios estéticos
pintados e com fios de material compósito no mercado, nenhum ainda
apresentou características clínicas confiáveis de forma que pudessem
substituir os fios metálicos convencionais com a mesma qualidade. Os
fios estéticos pintados tem uma tendência grande a descascar, enquanto
os fios de compósito tem uma grande limitação em algumas aplicações
necessárias para a ortodontia.
Outra
duvida frequente dos pacientes de ortodontia são referentes às
ligaduras (borrachinhas) do aparelho estético que tem uma tendência a
amarelarem com o passar dos dias. Isso realmente acontece! Mesmo com o
cuidado do paciente na ingestão de alimentos com muito corante ou de
café, é muito comum que no retorno do mesmo a clínica as ligaduras
apresentem uma cor amarela. Aqui na La Santé Clínica nós oferecemos uma
consulta quinzenal para o paciente que queira trocar as “borrachinhas”
por motivo estético e ultimamente estamos adotando uma ligadura
americana de coloração mais leitosa que não tem apresentado este tipo de
problema.
Os
aparelhos ortodônticos estéticos evoluíram muito nos últimos anos, e
certamente vão seguir evoluindo daqui pra frente, passando a ser uma boa
alternativa para quem tem uma necessidade estética e precisa de
tratamento ortodôntico. Por isso, cabe ao cirurgião dentista
(ortodontista) se manter atualizado das novas técnicas e materiais que
vem surgindo no mercado, aplicando-os em seu consultório ou clínica
sempre com responsabilidade.
Aparelho Estético
O
aparelho ortodôntico serve para corrigir a posição dos dentes para fins
estéticos e funcionais. Existem vários tipos de aparelhos ortodônticos,
dentre eles os aparelhos fixos e os aparelhos removíveis. O tipo de
aparelho ideal para a correção dos dentes depende de uma avaliação
criteriosa do ortodontista. Os aparelhos removíveis estão mais indicados
para pequenos movimentos dentários e pacientes em fase de crescimento
onde pode-se aproveitar o crescimento deste paciente, é a denominada
Ortopedia Funcional dos Maxilares, onde o objetivo principal é a
alteração do crescimento ósseo da face. Já a aparelhagem fixa, composta
de braquetes colados aos dentes são mais indicados para pacientes onde
se necessita de uma movimentação maior dos dentes impedindo inclinações
indesejáveis, tendo em vista a possibilidade de controlar o dente
tridimensionalmente nestes tipos de aparelhos. Existem vários tipos de
técnicas tanto para aparelhos removíveis como fixos, cabendo ao
ortodontista avaliar a mais adequada para cada tipo de maloclusão.
Dentre os aparelhos fixos existem os braquetes metálicos e os braquetes
estéticos
Como é o aparelho estético?
Neste
tipo de aparelho os braquetes são feitos com materiais que imitam a cor
dos dentes, por isso ficam bem mais discretos que os braquetes
metálicos.
Este aparelho serve para todos os casos?
Os
braquetes estéticos são fabricados com os mesmos parâmetros dos
metálicos e podem ser usados normalmente para tratar todos os problemas
ortodônticos. O que pode variar é a preferência do profissional por um
determinado tipo de braquete.
Ele é menos eficiente que o convencional?
Existem
estudos científicos que mostram que o atrito entre o braquete e o arco é
maior no aparelho estético e isso pode interferir em alguns movimentos.
Uma das soluções que já existem no mercado são os braquetes estéticos
com slot metálico que reduzem esse problema.
O que é "slot metálico"?
O
slot é o sulco onde o arco ortodôntico se encaixa no braquete. Para que
a movimentação dentária seja eficiente é importante que haja o mínimo
atrito nesta área. O braquete pode ser estético (de porcelana, por
exemplo) e ter apenas o slot em metal associando a estética da cerâmica
ao baixo atrito do metal. Só que o slot metálico muitas vezes não agrada
esteticamente já que o aparelho fica menos discreto.
Todo braquete estético é de porcelana?
Não,
outros materiais podem ser usados na fabricação deste tipo de braquete,
como a safira laboratorial, o policarbonato ou o policarbonato
reforçado com cerâmica.
E qual a diferença entre estes materiais?
O Policarbonato
(um tipo de resina plástica) é o material menos resistente dos três.
Apresenta índices de descolamento e quebra maiores que a porcelana. Mas,
por outro lado, estes braquetes são mais baratos.
A Cerâmica ou Porcelana é
um material bastante resistente e os braquetes raramente se descolam ou
quebram. Esteticamente, é um material superior ao policarbonato, mas
ainda com pouca translucidez, apresentando uma coloração mais opaca. É
também um material mais caro que o policarbonato.
Os
braquetes de safira são muito resistentes ao descolamento e quebra.
Geralmente são mais caros que os de Porcelana. Outra vantagem do
material é apresentar um coeficiente de atrito mais baixo que a
Porcelana e o Policarbonato aumentando a eficácia do aparelho.
Estes braquetes quebram ou descolam com mais facilidade?
O
Policarbonato apresenta um índice de quebra e descolamento maior que os
braquetes metálicos. A Porcelana e a Safira normalmente descolam menos
que os metálicos e dificilmente quebram.
Os braquetes podem ficar amarelados com o tempo?
Depende
do material. A porcelana e a safira não sofrem alteração de cor durante
o tratamento, já os materiais plásticos (como os de policarbonato)
podem ficar pigmentados dependendo da alimentação e hábitos do paciente
(como o hábito de fumar). Além disso, é importante dar atenção à
manutenção das ligaduras elásticas. Como estas borrachinhas são
transparentes, é comum pigmentarem facilmente com alimentos e bebidas
escuros. A troca freqüente das ligaduras vai manter o aparelho sempre
com um aspecto agradável.
O arco também é da cor dos dentes?
Os
arcos ortodônticos são fabricados com ligas metálicas, e não possuem as
características de transparência dos materiais usados nos braquetes. Há
a opção dos arcos que recebem um revestimento branco como se fosse uma
pintura. Arcos translúcidos fabricados em fibra foram lançados a bem
pouco tempo e prometem uma estética superior, mas ainda não estão
disponíveis em todos os calibres utilizados normalmente e têm algumas
limitações como o fato de não aceitarem dobras.
E as borrachinhas?
As
borrachinhas (ou ligaduras) são transparentes, mas ficam amareladas com
bastante facilidade podendo manter a aparência de duas a três semanas
dependendo dos hábitos alimentares.
O tratamento com braquetes estéticos costuma ser mais caro?
Sim,
como os materiais usados são mais caros, é normal haver diferença nos
valores cobrados em tratamentos com este tipo de braquetes. É importante
lembrar que valores variam de uma cidade para outra e mesmo entre
profissionais que atendem na mesma região. Para que você tenha uma
melhor noção dos valores envolvidos no tratamento, consulte um
ortodontista na sua cidade.
Clareamento
Que fatores influenciam na cor dos meus dentes?
Algumas pessoas nascem com dentes mais amarelados que outras. Outras têm dentes que se tornam amarelados com o tempo. A cor natural de seus dentes também pode ser afetada por diversos fatores. Manchas na superfície (chamadas pelos dentistas de manchas extrínsecas) e descoloração podem ser causadas por:
• Tabaco (tanto fumado como mastigando);
• Ingestão de café, chá, ou vinho tinto;
• Ingestão de alimentos altamente pigmentados como cerejas e amoras;
• Acúmulo de depósitos de tártaro resultantes da placa que endureceu.
• Manchas internas (chamadas pelos dentistas de manchas intrínsecas).
• Tratamento com antibiótico tetraciclina durante o período de formação dos dentes;
• Aparência amarelada ou acinzentada dos dentes, como parte do processo de envelhecimento;
• Trauma nos dentes que podem resultar na morte do nervo do dente, conferindo-lhe a cor marrom, cinza ou preta;
• Ingestão demasiada de flúor durante a formação dos dentes (desde o nascimento até os 16 anos), o que dá ao dente uma aparência manchada.
Quais as formas de se clarear os dentes?
Limpezas abrangentes realizadas por um dentista removerão a maior parte das manchas externas causadas pelos alimentos ou tabaco. A utilização de cremes dentais branqueadores também pode auxiliar a remover estas manchas superficiais nos intervalos das visitas ao dentista.
Se as manchas estiverem presentes durante anos, você pode necessitar de um clareamento realizado por um profissional, a fim de remover estas manchas externas mais insistentes.
Manchas intensas podem ser clareadas, cobertas por facetas coladas ou totalmente recobertas (com uma coroa). Sendo cada um destes métodos seguros e eficazes, seu dentista irá recomendar qual o tratamento apropriado para você, dependendo do estado de seus dentes e dos resultados que deseja alcançar. Seu dentista levará em consideração:
• O grau e tipo de mancha;
• Quanto da estrutura dentária permanece (o dente está muito restaurado? Mudanças no formato dos dentes são necessárias ou desejadas?).
Como funciona o clareamento dos dentes?
O clareamento pode ser feito tanto em um consultório dentário ou em casa, utilizando um sistema fornecido pelo seu dentista. Ambos os métodos utilizam um gel branqueador que oxidam a mancha. Durante o processo de clareamento, é normal que os dentes se tornem ligeiramente sensíveis.
• Clareamento em casa: é realizado um molde de seus dentes e prepara um suporte sob medida (moldeira), que você preenche com gel branqueador e utiliza durante duas horas diariamente ou à noite, por cerca de duas semanas. Muitos kits de clareamento prescritos por dentistas atualmente contém uma solução de 10% a 15% de peróxido de carbamida. Quando feito sob a supervisão de seu dentista, o clareamento em casa é bastante eficaz;
• Clareamento no consultório: este procedimento demora de 30 minutos à uma hora por visita, e talvez tenha que retornar várias vezes até obter o resultado desejado. A fim de proteger sua boca, uma substância em gel é aplicada em suas gengivas e um protetor de borracha é colocado em volta do colo dos dentes. Um agente oxidante (a solução branqueadora) é então aplicada em seus dentes. Algumas vezes uma luz especial é utilizada em intervalos de cinco minutos para ajudar a ativar o agente clareador.
Higiene Bucal x Aparelhos Ortodônticos
Por que a higiene bucal após a colocada do aparelho fixo é difícil?
A instalação de
tal aparelho e a colocação dos braquetes, bandas, fios e demais
acessórios fazem com que aumentem as áreas que retêm os alimentos,
provocando maior acúmulo de placa bacteriana.
O que é a placa bacteriana?
É uma película de
cor branca, cinzenta ou amarelada que adere ao dente, em volta dos
braquetes, e é constituída de restos de alimentos, microorganismos e
células descamadas. A falta de higiene bucal faz com que ela se torne
espessa e de difícil remoção.
A alimentação pode interferir na higiene e no andamento do tratamento ortodôntico?
Sim. Deve-se
evitar a ingestão de alimentos açucarados e pegajosos, que além de
prejudicarem o tratamento podem causar a cárie. Alimentos duros como
pipoca, amendoim, maçã devem ser evitados ou cortados, pois o impacto da
mordida pode danificar o aparelho fixo.
O aparelho ortodôntico fixo mancha os dentes?
Não. O que pode
acontecer é o acúmulo de placa bacteriana ao redor dos braquetes devido à
falta de higiene. Esta placa pode causar uma deterioração da superfície
do esmalte, provocando manchas brancas ou marrons e posteriormente
cárie.
Como fazer a higiene dos aparelhos removíveis?
Recomenda-se além
da higienização dos dentes, a do aparelho com a mesma freqüência,
escovando-o diariamente com o creme dental, evitando desta forma a
retenção da placa no aparelho, e mensalmente pode-se deixar o aparelho
imerso em um anti-séptico bucal por 15 minutos. Nunca se deve ferver o
aparelho.
Qual a escova dental recomendada para pessoas que usam aparelhos ortodônticos?
A escova apropriada deve possuir cerdas arredondadas e macias, existem
escovas próprias para a higiene do aparelho fixo, com pequenos tufos,
com cerdas recortadas em forma de v para facilitar a limpeza dos
braquetes e a com duas fileiras de cerdas. A vida útil das escovas para
quem usa esse tipo de aparelho é menor, devendo ser substituída sempre
que necessário.
Qual o creme dental recomendado?
Os cremes dentais
contêm flúor em condições de inibir o desenvolvimento da cárie e tornar
as camadas superficiais do esmalte mais resistentes.
Como escovar de forma correta os dentes de quem usa aparelho?
A duração da
escovação é importante. A escovação horizontal (vai e vem) deve ser
evitada, pois machuca a gengiva e provoca erosão nos dentes. Movimentos
com a escova no sentido da gengiva para os dentes, como se estivesse
varrendo, ajudam a remover a placa bacteriana e massagear a gengiva e
mantê-la saudável.
Além da escovação, o que fazer para completar a higiene nestes casos?
O uso do fio
dental é muito importante, para ajudar neste processo, pode-se usar o
passa fio (uma agulhinha de plástico) que ajuda a passar o fio entre os
dentes. Fazer bochechos com soluções fluoretadas uma vez ao dia ajuda a
proteger o esmalte dos dentes e evita o acúmulo de placa bacteriana.
terça-feira, abril 02, 2013
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